Os primeiros cartões de visita apareceram na França do rei Luis XIV, aquele que ficaria conhecido como “O Rei Sol” e eram, na verdade, cartas de baralho onde se escrevia onde encontrar a pessoa. Com o tempo, a idéia passou a ser mais desenvolvida: alguém deve ter pensado que não valia a pena ter as cartas de jogo desfalcadas e criou um cartão nos mesmos moldes para que cumprisse aquela mesma missão. Dizem que foi esse passado tão interessante o responsável pelo formato sóbrio e cheio de ângulos retos que os business cards vieram a ter depois.

Dois séculos mais tarde, na América e na Europa, os cartões de visita já eram indispensáveis para todo homem e mulher de alta classe. Era um sinal de status, de posse, indo muito além do “como encontrar”. Para os homens de negócio, era importante que fossem luxuosos à medida do luxo e grandeza de suas atividades e, para as senhoras, tinham de ser tão requintado quanto as reuniões que davam em suas casas. Na sequência dos anos, eles se tornaram fartamente populares e considerados indispensáveis para a promoção de qualquer tipo de negócio.






http://blog.uncovering.org/archives/2009/03/novos_modelos_cartoes.html
Fotografias em que aparecem pessoas rodeadas por uma aura luminescente são mais comuns do que se pensa. Se a imagem é recente diremos logo que é uma manipulação feita com photoshop. Porém se é mais antiga, anterior à era da fotografia digital, lembramos que os efeitos fotográficos existem desde os primórdios da fotografia. Neste caso a aura é produzida por um efeito muito simples denominado Kirlian.

Este fenômeno é antigo e deve o seu nome ao inventor russo Semyon Davidovich Kirlian, que o tornou conhecido em 1939. O princípio técnico é muito simples. Resumidamente, consiste em aplicar um campo elétrico de alta voltagem próximo da chapa fotográfica que, como resultado, provoca o aparecimento de uma luminescência radiante ao redor do objeto fotografado. O mais extraordinário é que, não obstante o fenômeno ser conhecido também pelo nome de bioeletrografia, ocorre tanto com seres vivos como com objetos inanimados, o que refuta as teorias místicas que defendem a existência de uma aura humana que pode ser fotografada. Misticismos à parte, o que é certo é que as fotografias produzidas por este processo são espetaculares e não deixam de convocar a nossa imaginação e o nosso lado mais espiritual.




http://blog.uncovering.org/archives/2009/07/fotografia_kirlian.html
Nestas questões de tecnologia, quando tentamos adivinhar como serão as coisas num futuro próximo, as várias lições do passado ensinam-nos que o mais provável é estarmos a propor coisas ridículas que nos farão sorrir dentro de uns anos. No entanto, são precisamente essas as propostas que nos fazem olhar num caminho diferente e estimulam a imaginação.

Num recente concurso que pretende prever qual será o aspecto do telefone celular que estaremos usando no ano 2020, o japonês Mac Funamizu fez uma interessante e arrojada proposta de design. Com base na evolução tecnológica, a sua visão assentou na utilização de tecnologia holográfica. Segundo o artista, teremos um celular que usaremos como uma pulseira e que será capaz de criar fantásticas imagens a três dimensões com as quais interagiremos. Resta-nos esperar para ver.
http://blog.uncovering.org/archives/2009/07/telefone_do_futuro.html

Especialista em fotografia de moda, é comum vermos as suas fotografias em marcas como L’Oreal, Givenchy, Harpers Bazaar e Vogue. O trabalho do Londrino Iain Crawford é simples e possui uma estética inconfundível. Sempre através de utilização de fundos simples, a sua imagem destaca-se pela cor e pelos padrões à volta de um modelo. Nas fotografias deste ensaio, Crawford captura o momento em que uma mulher entra em contato com uma substância – tinta, pó ou água – atirada pelo ar… Lindo.




http://www.iaincrawford.com/
http://blog.uncovering.org/archives/2009/09/um_banho_de_cor_-_iain_crawford.html
Recentemente agraciado com o terceiro prêmio DESIGN 21, uma competição internacional sob a égide da UNESCO que visa recolher propostas para temas sociais globais, o jovem designer coreano Joseph Kim surpreendeu com este sistema que torna uma vulgar bicicleta num instrumento musical.

A concepção é simples. No volante da bicicleta os vulgares punhos são substituídos por dois tubos de cerâmica de forma ovalada por onde entra o ar à medida que se avança. Produz-se então um som semelhante a uma flauta, ou melhor, a uma ocarina. Consegue-se uma melodia através da manipulação de pequenas teclas situadas no punho, tal e qual como em qualquer instrumento musical aerofone. A intensidade sonora é graduada pela velocidade da bicicleta.
Há algo de nostálgico neste dispositivo que nos remete para a nossa memória auditiva. Lembra-nos toda a espécie de ruídos que produzíamos com as nossas bicicletas em pequenos, desde as campainhas até bocados de plástico que colocávamos nos raios das rodas, ou ainda o som do amolador de facas e tesouras que se fazia anunciar com uma flauta de pan e se servia de uma roda de bicicleta para acionar o esmeril…



http://blog.uncovering.org/archives/2008/06/sound_from_wind.html
O pequeno aparelho não tem dispositivos móveis, nem visores, nem botões, exceto um: o disparador. Depois de fotografar, basta retirar a tampa colocada numa das extremidades e ligá-la diretamente numa porta USB de um computador ou de uma impressora. É claro que podemos ficar um pouco surpreendidos com os resultados, mas isso também faz parte da emoção. Se ficar mal, delete. É assim a mini-câmara Eazzzy !




A pequena máquina, criação do designer Sungwoo Park (sem link disponível), é ultra-compacta, prática e elegante. Nesse sentido é um pouco parecida com as máquinas convencionais (nomeadamente com a técnica pinhole), em que só sabemos o resultado quando revelamos o filme. E aqui “revelação” significa passar a imagem para um computador, o que a Eazzzy faz da maneira mais simples.
Falta saber o seu preço…
http://blog.uncovering.org/archives/2008/01/eazzzy_mini_camera.html
A ideia é simples e fascinante: viver no fundo oceano com todo o luxo, envolvido por grandes superfícies envidraçadas através das quais se possa contemplar a imensa beleza da paisagem marinha. Nada que Jules Verne não tenha imaginado quando idealizou o fantástico Nautilus de 20000 léguas submarinas… Mas, se na época em que o famoso romance de ficção científica foi escrito tudo isto não passava de um devaneio, a tecnologia atual pode tornar realidade essa visão. Ciente disso, Bruce Jones, presidente da empresa U.S. Submarines propôs-se construir um hotel subaquático, o Poseidon.

Há já alguns anos que o projecto se debate com diversas dificuldades técnicas, como a fabricação dos espessos vidros acrílicos panorâmicos que recobrem as células individuais de cada um dos quartos e respectivo sistema de limpeza. O problema da localização também tem sido uma constante e apenas recentemente foi resolvido com a escolha de um atol de coral nas ilhas Fiji.
O hotel é um verdadeiro paradigma do luxo. Cerca de vinte cápsulas individuais dispõem-se de ambos os lados ao longo de um corredor que une os dois núcleos de serviços onde estão situados os elevadores que conduzem à superfície. Um destes núcleos possui uma biblioteca, uma sala de conferência, uma capela e um spa; no outro localiza-se a recepção e um espantoso restaurante/bar rotativo. Os preços anunciados são algo de astronômico: fala-se em 15000 dólares por pessoa por semana…



http://www.poseidonresorts.com/poseidon_main.html
Visto em: http://blog.uncovering.org/archives/2008/06/poseidon_mystery.html
Wallpapers e imagens belíssimas, todas relacionadas com o tema Natureza, para seu desktop.







www.desktopography.com

Quem mora no Brasil sabe que o calor do verão é algo quase insuportável. Uma excelente solução para isto é o Handycooler, um ar condicionado pessoal portátil que você pode levar para onde quiser, porque funciona com 4 pilhas pequenas.
O Handycooler também é um bom companheiro para a sua mesa de trabalho, ligado na porta USB do seu computador. Você só precisa colocar uma esponja com água no Handycooler e ele faz o resto, transformando aquele calor infernal em um ambiente bem mais tranquilo.
O Handycooler custa US$ 40 na Think Geek.
Via OhGizmo! e 7 Gadgets.
http://digitaldrops.com.br/drops/2009/09/handycooler-um-ar-condicionado-pessoal.html