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	<title>ABM Design &#187; Tecnologia</title>
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	<description>Design, Ilustração, Fotografia, Tutoriais, Freebies e Tecnologia</description>
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		<title>DiMora Natalia SLS 2</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 16:42:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[

Atualmente, o título de carro de série mais caro do mundo pertence ao aclamado Bugatti Veyron, custando €1.230.000. Mas já no ano quem vem perdê-lo-à para o DiMora Natalia SLS 2, da americana, DiMora Motocar, que custará €1.380.000. Não havendo ainda data de lançamento, Robert Bliss, porta-voz da empresa, já informou que o modelo será [...]]]></description>
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<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ10B5F086.jpg" alt="dimora natalia carro luxo" width="750" height="501" /></p>
<p>Atualmente, o título de carro de série mais caro do mundo pertence ao aclamado Bugatti Veyron, custando €1.230.000. Mas já no ano quem vem perdê-lo-à para o <strong>DiMora Natalia SLS 2</strong>, da americana, DiMora Motocar, que custará €1.380.000. Não havendo ainda data de lançamento, Robert Bliss, porta-voz da empresa, já informou que o modelo será apresentado em 2011.</p>
<div>
<p>O grande suporte para o seu preço astronômico é o novo motor V16 desenhado para o equipar. Capaz de gerar 1200 cv de potência, promete feitos prodigiosos, como um revolucionário sistema de injeção de combustível que eliminaria a necessidade de catalisadores para respeitar as normas ambientais mais restritas. O bloco do motor seria também surpreendentemente leve, concebido com recurso a materiais aeronáuticos, permitindo ao Natalia pesar menos 680 Kg que modelos semelhantes, o que, por si só, o ajudaria a bater a concorrência em economia e velocidade.</p>
<p>A proposta não fica por aqui. A pintura do carro poderia mudar de cor mediante a vontade do condutor, oferecendo um variado leque de opções. A buzina poderá ter diferentes tons personalizáveis por MP3 e terá ainda porta-copos com temperatura controlável. Num veículo único há também lugar para ideias algo bizarras, como projetores nos conjuntos ópticos dianteiros, o que ajudaria a marca a exibir filmes promocionais do carro, o que, na verdade, não seria de grande utilidade para o proprietário, exceto se simular um drive-in&#8230;</p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ72477578.jpg" alt="dimora natalia carro luxo" width="750" height="375" /></p>
<p>Outra característica interessante deste segundo e luxuoso DiMora Natalia é um equipamento de manutenção da bateria, necessário para evitar danos no seguimento de longos períodos de inactividade. Desenvolvido pela Granite Digital, o sistema apelidado &#8220;Save a Battery&#8221;, incluirá um cabo que ligará o veículo à rede elétrica comum. A necessidade de tal equipamento antevê a provável tendência de que o Natalia seja tratado por muitos dos compradores como um carro de coleção que, não obstante, deverá estar sempre pronto a funcionar, com a mesma fiabilidade.</p>
<p>Até 2011, e caso venha realmente a ser produzido nos dias de crise econômica que se vivem, o próprio preço do DiMora Natalia SLS 2 poderá garantir o seu sucesso.</p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ2CBC264D.jpg" alt="dimora natalia carro luxo" width="750" height="468" /></p>
<p><a href="http://www.dimoramotorcar.com/" target="_blank">link</a></p>
<p>Mais em: <a href="http://obviousmag.org/archives/2010/02/dimora_natalia_sls_2_o_carro_mais_caro_do_mundo_1.html#ixzz0qqX3DQwB">http://obviousmag.org/archives/2010/02/dimora_natalia_sls_2_o_carro_mais_caro_do_mundo_1.html#ixzz0qqX3DQwB</a></div>
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		<title>Strata &#8211; Design Verde</title>
		<link>http://abmdesign.com.br/blog/2010/05/strata-design-verde/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 16:05:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[

As preocupações ambientais não se restringem à indústria ou a cada indivíduo, devem por isso alargar-se a áreas como a construção civil, o núcleo de qualquer metrópole. Assim parece estar a acontecer, e cada vez mais arquitetos, designers e construtores se orgulham de proporcionar aos clientes uma forma de reduzir a sua pegada ecológica no [...]]]></description>
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<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/04/ZZ06D4110A.jpg" alt="edificio, energia, eolica, londres, Strata, turbina, vento, verde" width="600" height="445" /></p>
<p>As preocupações ambientais não se restringem à indústria ou a cada indivíduo, devem por isso alargar-se a áreas como a construção civil, o núcleo de qualquer metrópole. Assim parece estar a acontecer, e cada vez mais arquitetos, designers e construtores se orgulham de proporcionar aos clientes uma forma de reduzir a sua pegada ecológica no planeta pela redução dos gastos energéticos em suas casas.</p>
<p>Uma arquitetura de vanguarda tem distinguido Londres como uma das cidades mais preocupadas com o ambiente, e bons exemplos da união entre a estética, a funcionalidade e as preocupações ambientais não são difíceis de encontrar.</p>
<p>Com 42 andares e erguendo-se a 148 metros de altura, o Strata é o novo arranha-céus &#8220;verde&#8221; que irrompe pela cidade. Projeto residencial, os seus 408 apartamentos de alta qualidade não se distribuem apenas pela torre mas também pelo pavilhão a seu lado, com 5 andares e 17 metros de altura. Foram construídos atendendo aos mais recentes recursos de poupança de energia, dos isolamentos aos sistemas de ventilação natural, passando por vidros de alta performance.</p>
<p>Até aqui, nada de novo. E dizer apenas que a torre produz a sua própria energia não seria grande novidade também. Coroado com três enormes turbinas eólicas, com nove metros de diâmetro cada, não é o primeiro edifício do mundo a integrar este tipo de tecnologia, mas é sim o primeiro a integrá-la diretamente na sua fachada, como parte integrante da construção e do design, e já não escondida ou disfarçada em algum recanto.</p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/04/ZZ43C7C8C4.jpg" alt="ZZ43C7C8C4.jpg" width="600" height="359" /></p>
<p>Empreendimento privado da Brookfield Europe e com um orçamento de 113.5 milhões de libras, o projeto ficou a cargo da BFLS (antiga Hamilton Architects) liderada pelos arquitetos Robin Partington e Ian Bogle. Desde o início que sustentabilidade foi a palavra-chave de todo o projeto. As turbinas eólicas revelaram-se como a solução mais adequada, já que dada a sua localização e altura, o Strata tira todo o partido dos ventos de 56 Km/h da área. A possibilidade de fundi-las com a arquitetura do edifício veio apenas depois, e estabelece o claro compromisso ambiental a que se propõe.</p>
<p>Falando um pouco mais das peças centrais, quer do design quer do plano sustentável da torre, as turbinas produzirão anualmente uns estimados 50 MW/h, representando oito por cento do seu consumo energético total. Além disto, cada uma das turbinas terá não três mas cinco lâminas, o que permite reduzir o ruído durante o funcionamento, enquanto que uma base com cinco toneladas e amortecedores de vibração mantêm o Strata bem ancorado ao chão, já que o atrito com o ar que produz a sua energia limpa poderia fazer com que oscilasse descontroladamente.</p>
<p>Outra medida digna de referência é o fato de 96 por cento dos desperdícios de construção serem reciclados. Assim, a longo prazo, as emissões de carbono reduzidas, que proporcionam aos residentes custos reduzidos com energia, bem como condições ambientais internas mais saudáveis, surgem como complemento de um ciclo no qual o balanço energético é bastante atractivo. Segundo estudos efetuados, as reduções na emissão de CO<small>2</small> corresponderão a uma redução de 73.5 por cento quando comparadas com as regulações em vigor, o que é um grande passo face ao desejo britânico de que todos os novos edifícios tenham zero por cento de emissões até 2019.</p>
<p>O Strata é a prova que a qualidade de vida humana está diretamente ligada à interação com o planeta, e que a arquitetura pode manter-se a par dos tempos e das necessidades energéticas e ambientais, sempre mutáveis.</p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/04/ZZ4D3AA0D0.jpg" alt="edificio, energia, eolica, londres, Strata, turbina, vento, verde" width="600" height="711" /></p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/04/ZZ55CF0B7E.jpg" alt="edificio, energia, eolica, londres, Strata, turbina, vento, verde" width="600" height="450" /></p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/04/ZZ4D4CFD73.jpg" alt="edificio, energia, eolica, londres, Strata, turbina, vento, verde" width="600" height="397" /></p>
<div><a href="http://obviousmag.org/archives/colaboradores/romero/" target="_blank"></a>Por: <a href="http://obviousmag.org/archives/colaboradores/romero/">alexandre romero</a>, um cidadão do mundo. Classicista, escritor, fotógrafo, pintor experimental, o homem dos mil ofícios.</div>
<p>Mais em: <a href="http://obviousmag.org/archives/2010/05/strata_o_primeiro_edificio_do_mundo_com_turbinas_e.html#ixzz0qqP63gSc">http://obviousmag.org/archives/2010/05/strata_o_primeiro_edificio_do_mundo_com_turbinas_e.html#ixzz0qqP63gSc</a></div>
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		<title>Bicicletas</title>
		<link>http://abmdesign.com.br/blog/2010/03/bicicletas/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 17:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Diversão]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[

A bicicleta é inegavelmente um elemento de sempre na sociedade actual. Introduzida no início do século XIX, muito evoluiu, apesar de pouco mudar na sua estrutura base. Tendo como função primeira o transporte, desde cedo o seu potencial se revelou. Rondando um bilião em todo o mundo, as bicicletas são o principal meio de transporte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="TixyyLink">
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ6A73D83E.jpg" alt="Bicicleta Tecnologia" width="600" height="439" /></p>
<p>A bicicleta é inegavelmente um elemento de sempre na sociedade actual. Introduzida no início do século XIX, muito evoluiu, apesar de pouco mudar na sua estrutura base. Tendo como função primeira o transporte, desde cedo o seu potencial se revelou. Rondando um bilião em todo o mundo, as bicicletas são o principal meio de transporte em muitas regiões, a ferramenta de trabalho de muitos e um elemento recreativo para todos. O seu grande impacto na sociedade é óbvio, indo desde o seu carácter prático até à sua importância na emancipação feminina, dando uma mobilidade e liberdade sem precedentes à mulher. É ainda importante salientar que muitos dos componentes essenciais ao desenvolvimento do automóvel foram criados originalmente para a bicicleta. Num mundo tecnológico e dominado pelo design, o desejo por bicicletas Hi-Tech só podia crescer. Nos últimos anos, o desenvolvimento da tecnologia e o recurso a novos materiais, como polímeros e fibras de carbono cada vez mais leves e resistentes, reinventaram a bicicleta. Surgiram modelos que se adequam a todas as necessidades; Hi-Tech, quer na construção, materiais e elementos que os constituem, quer nas funcionalidades que os distinguem. Desde a leveza, durabilidade e conforto necessários à locomoção ou à prática desportiva, aos extras que fazem qualquer amante da tecnologia vibrar. A lista de opções é imensa e o destaque vai claramente para as bicicletas que fogem um pouco ao molde tradicional.</p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ1C433F76.jpg" alt="Bicicleta Tecnologia" width="600" height="330" /></p>
<p>A motorização, criando uma ponte de ligação entre bicicletas e motorizadas, foi sempre um ponto de interesse. Também surgiram bicicletas conceptuais, autênticas obras de arte, onde o quadro toma as mais variadas formas, ou cuja posição sentada desafia as leis da física, a própria gravidade. O design, marcado em todos os modelos, deu origem a linhas mais contemporâneas e a um apelo estético inerente à maioria dos produtos actuais. Os monociclos, comuns no circo, não são novidade, mas outra corrente importante na evolução da bicicleta é a vontade de lhe adicionar mais rodas, três, quatro…</p>
<p>Enfim, as bicicletas são mais que meros objectos utilitários, são peças que trazem ao Homem alegria e diversão, na sua utilização, mas também na sua criação. Tornaram-se elementos iconográficos capazes de subir montanhas ou carregar a bateria de um computador portátil. Elementos de sempre, e para sempre.</p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ7AA9D135.jpg" alt="Bicicleta Tecnologia" width="600" height="447" /></p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ139B054C.jpg" alt="Bicicleta Tecnologia" width="600" height="354" /></p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ198E49F9.jpg" alt="Bicicleta Tecnologia" width="600" height="490" /></p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ56BD8F85.jpg" alt="Bicicleta Tecnologia" width="600" height="386" /></p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ26AE7C13.jpg" alt="Bicicleta Tecnologia" width="600" height="386" /></p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ001614BA.jpg" alt="Bicicleta Tecnologia" width="600" height="184" /></p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ7FAC8AE0.jpg" alt="Bicicleta Tecnologia" width="600" height="493" /></p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ3F2D71E9.jpg" alt="Bicicleta Tecnologia" width="600" height="388" /></p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ3024BFCF.jpg" alt="Bicicleta Tecnologia" width="600" height="489" /></p>
<p>crédito das imagens: <a href="http://www.jbdesign.ca/" target="_blank">1</a>, <a href="http://gizmodo.com/5446317/bicycle-concept-has-laptop-docking-compartment-as-starbucks-never-has-enough-available-sockets" target="_blank">2</a>, <a href="http://judturner.com/" target="_blank">3</a>, <a href="http://kolelinia.com/en/" target="_blank">4</a>, <a href="http://inventorspot.com/articles/an_electric_tandem_bike_those_long_rides_park_14967" target="_blank">5</a>, <a href="http://content.zdnet.com/2346-9595_22-159677.html?tag=gald" target="_blank">6</a>, <a href="http://www.inewidea.com/2008/07/30/6486.html" target="_blank">7</a>, <a href="http://www.darkroastedblend.com/2010/01/hi-tech-low-tech-bicycle-madness.html" target="_blank">8</a>.</p>
<p>Alexandre Romero</p>
<p>Leia mais: <a href="http://obviousmag.org/archives/2010/02/o_passado_e_futuro_das_bicicletas.html#ixzz0ht9Lnx1W">http://obviousmag.org/archives/2010/02/o_passado_e_futuro_das_bicicletas.html#ixzz0ht9Lnx1W</a></p>
</div>
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		<title>Design e arquitetura</title>
		<link>http://abmdesign.com.br/blog/2009/11/design-e-arquitetura/</link>
		<comments>http://abmdesign.com.br/blog/2009/11/design-e-arquitetura/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 23:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O designer Michael Jantzen é autor de diversas propostas no âmbito da arquitetura publicadas em revistas internacionais da especialidade. Todas têm em comum formas arrojadas, dificilmente classificáveis em algum estilo ou corrente, e uma grande preocupação com as questões ambientais. Um dos seus mais recentes trabalhos consiste num edifício experimental a que chamou Wind Shaped [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>designer</em> Michael Jantzen é autor de diversas propostas no âmbito da arquitetura publicadas em revistas internacionais da especialidade. Todas têm em comum formas arrojadas, dificilmente classificáveis em algum estilo ou corrente, e uma grande preocupação com as questões ambientais. Um dos seus mais recentes trabalhos consiste num edifício experimental a que chamou <strong>Wind Shaped Pavilion</strong>. Em torno do núcleo central cilíndrico do edifício encontram-se seis andares construídos numa estrutura têxtil reforçada e ultra-leve com uma forma semelhante a uma asa; daí a sua designação.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-379" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_1" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_1.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_1" width="518" height="366" /></p>
<p>É suposto os &#8220;andares-asa&#8221; rodarem sob a acão do vento alterando continuamente a forma do edifício e a sua orientação solar. Desse modo atuam também como gerador eólico, produzindo a energia suficiente para o tornar auto-suficiente. O autor explica que é possível aumentar a escala do protótipo e transformá-lo num bloco de apartamentos ou escritórios, por exemplo. Nesse caso os seus ocupantes poderiam controlar a orientação das &#8220;asas&#8221; de acordo com as condições climáticas, a insolação ou a paisagem.</p>
<p>Apesar da bondade do conceito há várias questões pertinentes que se colocam. Como resistirá a ventos soprando a alta velocidade? E, no caso inverso, será que funciona num ambiente urbano onde o vento é reduzido? Como se comporta relativamente a um possível incêndio? Que rotação será necessária para gerar a energia pretendida? Como se faz a ligação aos serviços por cabo e por condutor? E já não se fala das inúmeras questões construtivas e formais&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-380" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_2" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_2.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_2" width="518" height="389" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-381" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_4" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_4.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_4" width="518" height="378" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-382" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_5" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_5.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_5" width="518" height="389" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-383" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_6" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_6.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_6" width="518" height="389" /></p>
<p><a href="http://blog.uncovering.org/archives/2007/07/arquitectura_te.html">http://blog.uncovering.org/archives/2007/07/arquitectura_te.html</a></p>
<p><a href="http://www.humanshelter.org/">http://www.humanshelter.org/</a></p>
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		<title>Design e engenharia</title>
		<link>http://abmdesign.com.br/blog/2009/11/design-e-engenharia/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 22:54:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há na Grã-Bretanha numerosos canais fluviais que formam uma intrincada e extensa rede. A tradição destas estruturas artificiais é longa. Julga-se que terão começado por ser simples sistemas de irrigação das terras que mais tarde, nos séculos XVII e XIX, durante a Revolução Industrial, se transformaram em vias de transporte de mercadorias. Em alguns locais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há na Grã-Bretanha numerosos canais fluviais que formam uma intrincada e extensa rede. A tradição destas estruturas artificiais é longa. Julga-se que terão começado por ser simples sistemas de irrigação das terras que mais tarde, nos séculos XVII e XIX, durante a Revolução Industrial, se transformaram em vias de transporte de mercadorias. Em alguns locais, porém, foi necessário vencer alguns obstáculo naturais, como montes e desníveis. Para o efeito construiram-se então obras de engenharia importantes, túneis e sistemas de comportas e, recentemente, soluções ainda mais engenhosas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-366" title="08050601_blog_uncovering_org_falkirk1" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/08050601_blog_uncovering_org_falkirk1.jpg" alt="08050601_blog_uncovering_org_falkirk1" width="600" height="380" /></p>
<p>Durante um certo período do século passado a rede de canais caiu em desuso e deteriorou-se. Somente há pouco tempo o interesse por estas infraestruturas fluviais renasceu e muitos canais, entretanto fechados, foram reabertos à navegação, sobretudo para fins de lazer. Na Escócia, perto da cidade de Falkirk, uma antiga ligação entre dois canais desnivelados, o <em>Forth and Clyde Canal</em> e o <em>Union Canal</em>, feita através de comportas, foi recuperada através de um mecanismo engenhoso: um elevador giratório semelhante a um carrossel de feira, denominado Falkirk Wheel.</p>
<p>O conjunto é imenso. Uma enorme roda de 35 metros de diâmetro gira em torno de um eixo transportando dois cestos cheios de água onde são colocadas as barcaças que se pretende deslocar de um nível para o outro. Um sistema de comportas permite isolar a água dentro dos cestos, de 360 000 litros cada, durante o transporte. A diferença de altura entre os dois canais é de 24 metros, o equivalente a um edifício de oito andares.</p>
<p>Esta é uma obra de engenharia de grande elegância. A infraestrutura afirma-se na paisagem sem ser demasiado intrusiva e sem esconder os seus sistemas mecânicos, como motores e engrenagens. Ao ver a grande roda metálica a mover-se lentamente descrevendo um arco, é impossível não recordar a imagem das primeiras máquinas a vapor da Revolução Industrial, cuja tradição perpetua.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-372" title="08050602_blog_uncovering_org_falkirk2" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/08050602_blog_uncovering_org_falkirk21.jpg" alt="08050602_blog_uncovering_org_falkirk2" width="600" height="400" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-373" title="08050603_blog_uncovering_org_falkirk3" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/08050603_blog_uncovering_org_falkirk31.jpg" alt="08050603_blog_uncovering_org_falkirk3" width="600" height="400" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-374" title="08050604_blog_uncovering_org_falkirk4" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/08050604_blog_uncovering_org_falkirk41.jpg" alt="08050604_blog_uncovering_org_falkirk4" width="600" height="400" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-375" title="08050605_blog_uncovering_org_falkirk5" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/08050605_blog_uncovering_org_falkirk51.jpg" alt="08050605_blog_uncovering_org_falkirk5" width="600" height="450" /></p>
<p><a href="http://blog.uncovering.org/archives/2008/05/falkirk_wheel.html">http://blog.uncovering.org/archives/2008/05/falkirk_wheel.html</a></p>
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		<title>Comunicação holográfica</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 19:38:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nestas questões de tecnologia, quando tentamos adivinhar como serão as coisas num futuro próximo, as várias lições do passado ensinam-nos que o mais provável é estarmos a propor coisas ridículas que nos farão sorrir dentro de uns anos. No entanto, são precisamente essas as propostas que nos fazem olhar num caminho diferente e estimulam a imaginação.
 
Num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nestas questões de tecnologia, quando tentamos adivinhar como serão as coisas num futuro próximo, as várias lições do passado ensinam-nos que o mais provável é estarmos a propor coisas ridículas que nos farão sorrir dentro de uns anos. No entanto, são precisamente essas as propostas que nos fazem olhar num caminho diferente e estimulam a imaginação.</p>
<p> <img class="alignnone size-full wp-image-271" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/10.jpg" alt="10" width="600" height="450" /></p>
<p>Num recente concurso que pretende prever qual será o aspecto do telefone celular que estaremos usando no ano 2020, o japonês Mac Funamizu fez uma interessante e arrojada proposta de design. Com base na evolução tecnológica, a sua visão assentou na utilização de tecnologia holográfica. Segundo o artista, teremos um celular que usaremos como uma pulseira e que será capaz de criar fantásticas imagens a três dimensões com as quais interagiremos. Resta-nos esperar para ver.</p>

<a href='http://abmdesign.com.br/blog/2009/09/comunicacao-holografica/101-2/' title='101'><img width="150" height="150" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/1011-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="101" /></a>
<a href='http://abmdesign.com.br/blog/2009/09/comunicacao-holografica/102-2/' title='102'><img width="150" height="150" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/1021-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="102" /></a>
<a href='http://abmdesign.com.br/blog/2009/09/comunicacao-holografica/103-2/' title='103'><img width="150" height="150" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/1031-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="103" /></a>
<a href='http://abmdesign.com.br/blog/2009/09/comunicacao-holografica/104-2/' title='104'><img width="150" height="150" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/1041-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="104" /></a>
<a href='http://abmdesign.com.br/blog/2009/09/comunicacao-holografica/105-2/' title='105'><img width="150" height="150" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/1051-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="105" /></a>

<p><a href="http://blog.uncovering.org/archives/2009/07/telefone_do_futuro.html">http://blog.uncovering.org/archives/2009/07/telefone_do_futuro.html</a></p>
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		<title>Bicicleta Musical</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 16:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[3D]]></category>
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		<description><![CDATA[Recentemente agraciado com o terceiro prêmio DESIGN 21, uma competição internacional sob a égide da UNESCO que visa recolher propostas para temas sociais globais, o jovem designer coreano Joseph Kim surpreendeu com este sistema que torna uma vulgar bicicleta num instrumento musical.

A concepção é simples. No volante da bicicleta os vulgares punhos são substituídos por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente agraciado com o terceiro prêmio DESIGN 21, uma competição internacional sob a égide da UNESCO que visa recolher propostas para temas sociais globais, o jovem <em>designer</em> coreano Joseph Kim surpreendeu com este sistema que torna uma vulgar bicicleta num instrumento musical.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-256" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/bike1.jpg" alt="bike1" width="600" height="420" /></p>
<p>A concepção é simples. No volante da bicicleta os vulgares punhos são substituídos por dois tubos de cerâmica de forma ovalada por onde entra o ar à medida que se avança. Produz-se então um som semelhante a uma flauta, ou melhor, a uma ocarina. Consegue-se uma melodia através da manipulação de pequenas teclas situadas no punho, tal e qual como em qualquer instrumento musical aerofone. A intensidade sonora é graduada pela velocidade da bicicleta.</p>
<p> Há algo de nostálgico neste dispositivo que nos remete para a nossa memória auditiva. Lembra-nos toda a espécie de ruídos que produzíamos com as nossas bicicletas em pequenos, desde as campainhas até bocados de plástico que colocávamos nos raios das rodas, ou ainda o som do amolador de facas e tesouras que se fazia anunciar com uma flauta de pan e se servia de uma roda de bicicleta para acionar o esmeril&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-257" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/bike2.jpg" alt="bike2" width="600" height="450" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-258" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/bike3.jpg" alt="bike3" width="600" height="550" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-259" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/bike4.jpg" alt="bike4" width="600" height="490" /></p>
<p><a href="http://blog.uncovering.org/archives/2008/06/sound_from_wind.html">http://blog.uncovering.org/archives/2008/06/sound_from_wind.html</a></p>
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		<title>Mini-câmara digital</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 16:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
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		<category><![CDATA[Diversão]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[O pequeno aparelho não tem dispositivos móveis, nem visores,  nem botões, exceto um: o disparador. Depois de fotografar, basta retirar a tampa colocada numa das extremidades e ligá-la diretamente numa porta USB de um computador ou de uma impressora. É claro que podemos ficar um pouco surpreendidos com os resultados, mas isso também faz parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O pequeno aparelho não tem dispositivos móveis, nem visores,  nem botões, exceto um: o disparador. Depois de fotografar, basta retirar a tampa colocada numa das extremidades e ligá-la diretamente numa porta USB de um computador ou de uma impressora. É claro que podemos ficar um pouco surpreendidos com os resultados, mas isso também faz parte da emoção. Se ficar mal, <em>delete</em>. É assim a mini-câmara <em>Eazzzy !</em></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-249" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/shot1.jpg" alt="shot1" width="596" height="450" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-250" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/shot2.jpg" alt="shot2" width="600" height="450" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-252" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/shot4.jpg" alt="shot4" width="600" height="395" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-251" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/shot3.jpg" alt="shot3" width="600" height="536" /></p>
<p>A pequena máquina, criação do designer Sungwoo Park (sem link disponível), é ultra-compacta, prática e elegante. Nesse sentido é um pouco parecida com as máquinas convencionais (nomeadamente com a técnica <em>pinhole</em>), em que só sabemos o resultado quando revelamos o filme. E aqui &#8220;revelação&#8221; significa passar a imagem para um computador, o que a <em>Eazzzy</em> faz da maneira mais simples.</p>
<p>Falta saber o seu preço&#8230;</p>
<p><a href="http://blog.uncovering.org/archives/2008/01/eazzzy_mini_camera.html">http://blog.uncovering.org/archives/2008/01/eazzzy_mini_camera.html</a></p>
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		<title>Ar condicionado pessoal</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 15:48:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
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Quem mora no Brasil sabe que o calor do verão é algo quase insuportável. Uma excelente solução para isto é o Handycooler, um ar condicionado pessoal portátil que você pode levar para onde quiser, porque funciona com 4 pilhas pequenas.
O Handycooler também é um bom companheiro para a sua mesa de trabalho, ligado na porta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><img class="alignnone size-full wp-image-225" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/handycooler.jpg" alt="handycooler" width="500" height="484" /></p>
<p style="text-align: left"> </p>
<p style="text-align: left">Quem mora no Brasil sabe que o calor do verão é algo quase insuportável. Uma excelente solução para isto é o Handycooler, um ar condicionado pessoal portátil que você pode levar para onde quiser, porque funciona com 4 pilhas pequenas.</p>
<p>O Handycooler também é um bom companheiro para a sua mesa de trabalho, ligado na porta USB do seu computador. Você só precisa colocar uma esponja com água no Handycooler e ele faz o resto, transformando aquele calor infernal em um ambiente bem mais tranquilo.</p>
<p style="text-align: left">O Handycooler custa US$ 40 na <a href="http://www.thinkgeek.com/gadgets/travel-outdoors/c400/">Think Geek</a>.</p>
<p>Via <a href="http://www.ohgizmo.com/2009/09/04/handycooler-personal-ac/">OhGizmo!</a> e <a href="http://www.7gadgets.com/2009/09/02/handycooler-personal-air-conditioner/13912">7 Gadgets</a>.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://digitaldrops.com.br/drops/2009/09/handycooler-um-ar-condicionado-pessoal.html">http://digitaldrops.com.br/drops/2009/09/handycooler-um-ar-condicionado-pessoal.html</a></p>
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		<title>Relógio em braille</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 15:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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Esta é mais uma daquelas invenções geniais que nos fazem perguntar porque ninguém se lembrou delas há mais tempo. Haptica é o nome de um relógio de pulso concebido pelo designer americano David Chavez que tem a particularidade de possuir um mostrador em braille. A verdade é que existem já há bastante tempo no mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-219" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/rb1.jpg" alt="rb1" width="600" height="470" /></p>
<p> </p>
<p>Esta é mais uma daquelas invenções geniais que nos fazem perguntar porque ninguém se lembrou delas há mais tempo. <strong>Haptica</strong> é o nome de um relógio de pulso concebido pelo designer americano David Chavez que tem a particularidade de possuir um mostrador em <em>braille</em>. A verdade é que existem já há bastante tempo no mercado relógios destinados a cegos e outros deficientes visuais mas que não passam no fundo de aparelhos convencionais onde é possível tatear os ponteiros de modo a saber as horas. Graças a um engenhoso sistema mecânico, o <strong>Haptica</strong> escreve as horas em caracteres <em>braille</em> no seu mostrador e, que se saiba, é o primeiro a fazê-lo.</p>
<p>A caixa do relógio apresenta dois rebordos laterais paralelos que formam um canal que conduz os dedos para a superfície de leitura. Esta superfície não é mais do que um conjunto de discos rotativos com incisões em código <em>braille</em> correspondentes aos algarismos das horas e minutos. No fundo é um sistema mecânico clássico em relojoaria e o mérito do designer foi o de ter a intuição de o adaptar a esta situação particular.</p>
<p>A idéia de David Chavez foi muito justamente distinguida com um <em>Spark Award</em> (já agora vale a pena uma vista de olhos pelos restantes premiados <a href="http://www.sparkawards.com/Very_New_News.htm" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-220" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/rb2.jpg" alt="rb2" width="600" height="230" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-221" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/rb3.jpg" alt="rb3" width="600" height="245" /></p>
<p> </p>
<p>Fonte: Obvious</p>
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