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	<title>ABM Design &#187; engenharia</title>
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	<description>Design, Ilustração, Fotografia, Tutoriais, Freebies e Tecnologia</description>
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		<title>DiMora Natalia SLS 2</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 16:42:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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Atualmente, o título de carro de série mais caro do mundo pertence ao aclamado Bugatti Veyron, custando €1.230.000. Mas já no ano quem vem perdê-lo-à para o DiMora Natalia SLS 2, da americana, DiMora Motocar, que custará €1.380.000. Não havendo ainda data de lançamento, Robert Bliss, porta-voz da empresa, já informou que o modelo será [...]]]></description>
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<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ10B5F086.jpg" alt="dimora natalia carro luxo" width="750" height="501" /></p>
<p>Atualmente, o título de carro de série mais caro do mundo pertence ao aclamado Bugatti Veyron, custando €1.230.000. Mas já no ano quem vem perdê-lo-à para o <strong>DiMora Natalia SLS 2</strong>, da americana, DiMora Motocar, que custará €1.380.000. Não havendo ainda data de lançamento, Robert Bliss, porta-voz da empresa, já informou que o modelo será apresentado em 2011.</p>
<div>
<p>O grande suporte para o seu preço astronômico é o novo motor V16 desenhado para o equipar. Capaz de gerar 1200 cv de potência, promete feitos prodigiosos, como um revolucionário sistema de injeção de combustível que eliminaria a necessidade de catalisadores para respeitar as normas ambientais mais restritas. O bloco do motor seria também surpreendentemente leve, concebido com recurso a materiais aeronáuticos, permitindo ao Natalia pesar menos 680 Kg que modelos semelhantes, o que, por si só, o ajudaria a bater a concorrência em economia e velocidade.</p>
<p>A proposta não fica por aqui. A pintura do carro poderia mudar de cor mediante a vontade do condutor, oferecendo um variado leque de opções. A buzina poderá ter diferentes tons personalizáveis por MP3 e terá ainda porta-copos com temperatura controlável. Num veículo único há também lugar para ideias algo bizarras, como projetores nos conjuntos ópticos dianteiros, o que ajudaria a marca a exibir filmes promocionais do carro, o que, na verdade, não seria de grande utilidade para o proprietário, exceto se simular um drive-in&#8230;</p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ72477578.jpg" alt="dimora natalia carro luxo" width="750" height="375" /></p>
<p>Outra característica interessante deste segundo e luxuoso DiMora Natalia é um equipamento de manutenção da bateria, necessário para evitar danos no seguimento de longos períodos de inactividade. Desenvolvido pela Granite Digital, o sistema apelidado &#8220;Save a Battery&#8221;, incluirá um cabo que ligará o veículo à rede elétrica comum. A necessidade de tal equipamento antevê a provável tendência de que o Natalia seja tratado por muitos dos compradores como um carro de coleção que, não obstante, deverá estar sempre pronto a funcionar, com a mesma fiabilidade.</p>
<p>Até 2011, e caso venha realmente a ser produzido nos dias de crise econômica que se vivem, o próprio preço do DiMora Natalia SLS 2 poderá garantir o seu sucesso.</p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ2CBC264D.jpg" alt="dimora natalia carro luxo" width="750" height="468" /></p>
<p><a href="http://www.dimoramotorcar.com/" target="_blank">link</a></p>
<p>Mais em: <a href="http://obviousmag.org/archives/2010/02/dimora_natalia_sls_2_o_carro_mais_caro_do_mundo_1.html#ixzz0qqX3DQwB">http://obviousmag.org/archives/2010/02/dimora_natalia_sls_2_o_carro_mais_caro_do_mundo_1.html#ixzz0qqX3DQwB</a></div>
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		<title>Strata &#8211; Design Verde</title>
		<link>http://abmdesign.com.br/blog/2010/05/strata-design-verde/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 16:05:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

As preocupações ambientais não se restringem à indústria ou a cada indivíduo, devem por isso alargar-se a áreas como a construção civil, o núcleo de qualquer metrópole. Assim parece estar a acontecer, e cada vez mais arquitetos, designers e construtores se orgulham de proporcionar aos clientes uma forma de reduzir a sua pegada ecológica no [...]]]></description>
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<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/04/ZZ06D4110A.jpg" alt="edificio, energia, eolica, londres, Strata, turbina, vento, verde" width="600" height="445" /></p>
<p>As preocupações ambientais não se restringem à indústria ou a cada indivíduo, devem por isso alargar-se a áreas como a construção civil, o núcleo de qualquer metrópole. Assim parece estar a acontecer, e cada vez mais arquitetos, designers e construtores se orgulham de proporcionar aos clientes uma forma de reduzir a sua pegada ecológica no planeta pela redução dos gastos energéticos em suas casas.</p>
<p>Uma arquitetura de vanguarda tem distinguido Londres como uma das cidades mais preocupadas com o ambiente, e bons exemplos da união entre a estética, a funcionalidade e as preocupações ambientais não são difíceis de encontrar.</p>
<p>Com 42 andares e erguendo-se a 148 metros de altura, o Strata é o novo arranha-céus &#8220;verde&#8221; que irrompe pela cidade. Projeto residencial, os seus 408 apartamentos de alta qualidade não se distribuem apenas pela torre mas também pelo pavilhão a seu lado, com 5 andares e 17 metros de altura. Foram construídos atendendo aos mais recentes recursos de poupança de energia, dos isolamentos aos sistemas de ventilação natural, passando por vidros de alta performance.</p>
<p>Até aqui, nada de novo. E dizer apenas que a torre produz a sua própria energia não seria grande novidade também. Coroado com três enormes turbinas eólicas, com nove metros de diâmetro cada, não é o primeiro edifício do mundo a integrar este tipo de tecnologia, mas é sim o primeiro a integrá-la diretamente na sua fachada, como parte integrante da construção e do design, e já não escondida ou disfarçada em algum recanto.</p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/04/ZZ43C7C8C4.jpg" alt="ZZ43C7C8C4.jpg" width="600" height="359" /></p>
<p>Empreendimento privado da Brookfield Europe e com um orçamento de 113.5 milhões de libras, o projeto ficou a cargo da BFLS (antiga Hamilton Architects) liderada pelos arquitetos Robin Partington e Ian Bogle. Desde o início que sustentabilidade foi a palavra-chave de todo o projeto. As turbinas eólicas revelaram-se como a solução mais adequada, já que dada a sua localização e altura, o Strata tira todo o partido dos ventos de 56 Km/h da área. A possibilidade de fundi-las com a arquitetura do edifício veio apenas depois, e estabelece o claro compromisso ambiental a que se propõe.</p>
<p>Falando um pouco mais das peças centrais, quer do design quer do plano sustentável da torre, as turbinas produzirão anualmente uns estimados 50 MW/h, representando oito por cento do seu consumo energético total. Além disto, cada uma das turbinas terá não três mas cinco lâminas, o que permite reduzir o ruído durante o funcionamento, enquanto que uma base com cinco toneladas e amortecedores de vibração mantêm o Strata bem ancorado ao chão, já que o atrito com o ar que produz a sua energia limpa poderia fazer com que oscilasse descontroladamente.</p>
<p>Outra medida digna de referência é o fato de 96 por cento dos desperdícios de construção serem reciclados. Assim, a longo prazo, as emissões de carbono reduzidas, que proporcionam aos residentes custos reduzidos com energia, bem como condições ambientais internas mais saudáveis, surgem como complemento de um ciclo no qual o balanço energético é bastante atractivo. Segundo estudos efetuados, as reduções na emissão de CO<small>2</small> corresponderão a uma redução de 73.5 por cento quando comparadas com as regulações em vigor, o que é um grande passo face ao desejo britânico de que todos os novos edifícios tenham zero por cento de emissões até 2019.</p>
<p>O Strata é a prova que a qualidade de vida humana está diretamente ligada à interação com o planeta, e que a arquitetura pode manter-se a par dos tempos e das necessidades energéticas e ambientais, sempre mutáveis.</p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/04/ZZ4D3AA0D0.jpg" alt="edificio, energia, eolica, londres, Strata, turbina, vento, verde" width="600" height="711" /></p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/04/ZZ55CF0B7E.jpg" alt="edificio, energia, eolica, londres, Strata, turbina, vento, verde" width="600" height="450" /></p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/04/ZZ4D4CFD73.jpg" alt="edificio, energia, eolica, londres, Strata, turbina, vento, verde" width="600" height="397" /></p>
<div><a href="http://obviousmag.org/archives/colaboradores/romero/" target="_blank"></a>Por: <a href="http://obviousmag.org/archives/colaboradores/romero/">alexandre romero</a>, um cidadão do mundo. Classicista, escritor, fotógrafo, pintor experimental, o homem dos mil ofícios.</div>
<p>Mais em: <a href="http://obviousmag.org/archives/2010/05/strata_o_primeiro_edificio_do_mundo_com_turbinas_e.html#ixzz0qqP63gSc">http://obviousmag.org/archives/2010/05/strata_o_primeiro_edificio_do_mundo_com_turbinas_e.html#ixzz0qqP63gSc</a></div>
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		<title>Uma ponte no céu</title>
		<link>http://abmdesign.com.br/blog/2010/02/uma-ponte-no-ceu/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 17:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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No alto da montanha Gunung Mat Cincang, na Malásia, está uma das mais incríveis pontes do mundo. Mesmo para leigos em engenharia, imaginar que uma enorme estrutura como esta fica apoiada em um único pilar já é um exercício de tirar o fôlego; como a natureza ao redor da Sky Bridge. A ponte estaiada e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="TixyyLink">
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060901_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="368" /></p>
<p>No alto da montanha Gunung Mat Cincang, na Malásia, está uma das mais incríveis pontes do mundo. Mesmo para leigos em engenharia, imaginar que uma enorme estrutura como esta fica apoiada em um único pilar já é um exercício de tirar o fôlego; como a natureza ao redor da Sky Bridge. A ponte estaiada e curva foi finalizada em 2004 e confia todo o peso do deck de passeio aos oito cabos de aço amarrados na ponta de sua grande pilastra de 87 metros de altura. A Sky Bridge espalha-se por 125 metros e, graças a sua exclusiva curvatura, oferece diferentes perspectivas de paisagens para os visitantes. O corredor possui 1,80 m de largura e duas plataformas triangulares com o dobro deste tamanho servem como mirantes, oferecendo uma espetacular vista do Mar de Andaman e da ilha tailandesa de Tarutao. O acesso também pode ser outra espetacular experiência, com o <em>cable car</em>, um teleférico com carrinhos de formas arredondadas que chega ainda mais alto, em uma estação a mais de 700 metros. A subida e a descida parecem ser como a tudo relativo à ponte e a vista lá do alto: inesquecíveis!</p>
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060902_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="450" /></p>
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060903_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="360" /></p>
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060904_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="400" /></p>
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060905_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="400" /></p>
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060906_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="400" /></p>
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060907_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="400" /></p>
<div><a href="http://obviousmag.org/archives/colaboradores/montejorge/" target="_blank"></a> André Montejorge</div>
<p>Leia mais: <a href="http://obviousmag.org/archives/2008/06/uma_ponte_no_ceu.html#ixzz0htAJTmkE">http://obviousmag.org/archives/2008/06/uma_ponte_no_ceu.html#ixzz0htAJTmkE</a></p>
</div>
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		<title>Sleeping Design</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 00:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quantos de nós já não passaram uma noite ou várias horas no aeroporto à espera de um avião? Se ao menos, aqueles bancos de metal não fossem tão duros para dormir uma sesta&#8230; Quantos de nós já não fizeram horas extraordinárias no trabalho para terminar um projeto qualquer? Se ao menos houvesse um cantinho qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;">Quantos de nós já não passaram uma noite ou várias horas no aeroporto à espera de um avião? Se ao menos, aqueles bancos de metal não fossem tão duros para dormir uma sesta&#8230; Quantos de nós já não fizeram horas extraordinárias no trabalho para terminar um projeto qualquer? Se ao menos houvesse um cantinho qualquer em que pudéssemos descansar uma hora ou duas&#8230;</p>
<p style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-457" title="1q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/1q.jpg" alt="1q" width="600" height="397" /></p>
<p style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;">Finalmente, as preces dos viciados em trabalho e preguiçosos natos foram ouvidas: os arquitetos Alexey Goryainov e Mikhail Krymov do grupo Arch criaram a <strong>Sleepbox</strong>. Com apenas 3,75 m², é um projeto que promete revolucionar as horas de descanso de múltiplos viajantes e trabalhadores.</p>
<p style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-458" title="2q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/2q.jpg" alt="2q" width="600" height="450" /></p>
<p style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-459" title="3q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/3q.jpg" alt="3q" width="600" height="450" /></p>
<div style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-460" title="4q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/4q.jpg" alt="4q" width="600" height="450" /></div>
<div style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-461" title="5q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/5q.jpg" alt="5q" width="600" height="450" /></div>
<div style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-462" title="6q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/6q.jpg" alt="6q" width="600" height="450" /></div>
<div style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-463" title="7q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/7q.jpg" alt="7q" width="600" height="800" /></div>
<p><a href="http://obviousmag.org/archives/2009/11/sleepbox_uma_caixa_para_dormir.html#ixzz0dlmXJMws">http://obviousmag.org/archives/2009/11/sleepbox_uma_caixa_para_dormir.html#ixzz0dlmXJMws</a></p>
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		<title>Design e arquitetura</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 23:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O designer Michael Jantzen é autor de diversas propostas no âmbito da arquitetura publicadas em revistas internacionais da especialidade. Todas têm em comum formas arrojadas, dificilmente classificáveis em algum estilo ou corrente, e uma grande preocupação com as questões ambientais. Um dos seus mais recentes trabalhos consiste num edifício experimental a que chamou Wind Shaped [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>designer</em> Michael Jantzen é autor de diversas propostas no âmbito da arquitetura publicadas em revistas internacionais da especialidade. Todas têm em comum formas arrojadas, dificilmente classificáveis em algum estilo ou corrente, e uma grande preocupação com as questões ambientais. Um dos seus mais recentes trabalhos consiste num edifício experimental a que chamou <strong>Wind Shaped Pavilion</strong>. Em torno do núcleo central cilíndrico do edifício encontram-se seis andares construídos numa estrutura têxtil reforçada e ultra-leve com uma forma semelhante a uma asa; daí a sua designação.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-379" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_1" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_1.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_1" width="518" height="366" /></p>
<p>É suposto os &#8220;andares-asa&#8221; rodarem sob a acão do vento alterando continuamente a forma do edifício e a sua orientação solar. Desse modo atuam também como gerador eólico, produzindo a energia suficiente para o tornar auto-suficiente. O autor explica que é possível aumentar a escala do protótipo e transformá-lo num bloco de apartamentos ou escritórios, por exemplo. Nesse caso os seus ocupantes poderiam controlar a orientação das &#8220;asas&#8221; de acordo com as condições climáticas, a insolação ou a paisagem.</p>
<p>Apesar da bondade do conceito há várias questões pertinentes que se colocam. Como resistirá a ventos soprando a alta velocidade? E, no caso inverso, será que funciona num ambiente urbano onde o vento é reduzido? Como se comporta relativamente a um possível incêndio? Que rotação será necessária para gerar a energia pretendida? Como se faz a ligação aos serviços por cabo e por condutor? E já não se fala das inúmeras questões construtivas e formais&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-380" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_2" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_2.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_2" width="518" height="389" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-381" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_4" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_4.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_4" width="518" height="378" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-382" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_5" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_5.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_5" width="518" height="389" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-383" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_6" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_6.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_6" width="518" height="389" /></p>
<p><a href="http://blog.uncovering.org/archives/2007/07/arquitectura_te.html">http://blog.uncovering.org/archives/2007/07/arquitectura_te.html</a></p>
<p><a href="http://www.humanshelter.org/">http://www.humanshelter.org/</a></p>
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