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	<title>ABM Design &#187; 3D</title>
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	<description>Design, Ilustração, Fotografia, Tutoriais, Freebies e Tecnologia</description>
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		<title>DiMora Natalia SLS 2</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 16:42:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[

Atualmente, o título de carro de série mais caro do mundo pertence ao aclamado Bugatti Veyron, custando €1.230.000. Mas já no ano quem vem perdê-lo-à para o DiMora Natalia SLS 2, da americana, DiMora Motocar, que custará €1.380.000. Não havendo ainda data de lançamento, Robert Bliss, porta-voz da empresa, já informou que o modelo será [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ10B5F086.jpg" alt="dimora natalia carro luxo" width="750" height="501" /></p>
<p>Atualmente, o título de carro de série mais caro do mundo pertence ao aclamado Bugatti Veyron, custando €1.230.000. Mas já no ano quem vem perdê-lo-à para o <strong>DiMora Natalia SLS 2</strong>, da americana, DiMora Motocar, que custará €1.380.000. Não havendo ainda data de lançamento, Robert Bliss, porta-voz da empresa, já informou que o modelo será apresentado em 2011.</p>
<div>
<p>O grande suporte para o seu preço astronômico é o novo motor V16 desenhado para o equipar. Capaz de gerar 1200 cv de potência, promete feitos prodigiosos, como um revolucionário sistema de injeção de combustível que eliminaria a necessidade de catalisadores para respeitar as normas ambientais mais restritas. O bloco do motor seria também surpreendentemente leve, concebido com recurso a materiais aeronáuticos, permitindo ao Natalia pesar menos 680 Kg que modelos semelhantes, o que, por si só, o ajudaria a bater a concorrência em economia e velocidade.</p>
<p>A proposta não fica por aqui. A pintura do carro poderia mudar de cor mediante a vontade do condutor, oferecendo um variado leque de opções. A buzina poderá ter diferentes tons personalizáveis por MP3 e terá ainda porta-copos com temperatura controlável. Num veículo único há também lugar para ideias algo bizarras, como projetores nos conjuntos ópticos dianteiros, o que ajudaria a marca a exibir filmes promocionais do carro, o que, na verdade, não seria de grande utilidade para o proprietário, exceto se simular um drive-in&#8230;</p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ72477578.jpg" alt="dimora natalia carro luxo" width="750" height="375" /></p>
<p>Outra característica interessante deste segundo e luxuoso DiMora Natalia é um equipamento de manutenção da bateria, necessário para evitar danos no seguimento de longos períodos de inactividade. Desenvolvido pela Granite Digital, o sistema apelidado &#8220;Save a Battery&#8221;, incluirá um cabo que ligará o veículo à rede elétrica comum. A necessidade de tal equipamento antevê a provável tendência de que o Natalia seja tratado por muitos dos compradores como um carro de coleção que, não obstante, deverá estar sempre pronto a funcionar, com a mesma fiabilidade.</p>
<p>Até 2011, e caso venha realmente a ser produzido nos dias de crise econômica que se vivem, o próprio preço do DiMora Natalia SLS 2 poderá garantir o seu sucesso.</p>
<p><img src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ2CBC264D.jpg" alt="dimora natalia carro luxo" width="750" height="468" /></p>
<p><a href="http://www.dimoramotorcar.com/" target="_blank">link</a></p>
<p>Mais em: <a href="http://obviousmag.org/archives/2010/02/dimora_natalia_sls_2_o_carro_mais_caro_do_mundo_1.html#ixzz0qqX3DQwB">http://obviousmag.org/archives/2010/02/dimora_natalia_sls_2_o_carro_mais_caro_do_mundo_1.html#ixzz0qqX3DQwB</a></div>
</div>
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		<title>Uma ponte no céu</title>
		<link>http://abmdesign.com.br/blog/2010/02/uma-ponte-no-ceu/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 17:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

No alto da montanha Gunung Mat Cincang, na Malásia, está uma das mais incríveis pontes do mundo. Mesmo para leigos em engenharia, imaginar que uma enorme estrutura como esta fica apoiada em um único pilar já é um exercício de tirar o fôlego; como a natureza ao redor da Sky Bridge. A ponte estaiada e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="TixyyLink">
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060901_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="368" /></p>
<p>No alto da montanha Gunung Mat Cincang, na Malásia, está uma das mais incríveis pontes do mundo. Mesmo para leigos em engenharia, imaginar que uma enorme estrutura como esta fica apoiada em um único pilar já é um exercício de tirar o fôlego; como a natureza ao redor da Sky Bridge. A ponte estaiada e curva foi finalizada em 2004 e confia todo o peso do deck de passeio aos oito cabos de aço amarrados na ponta de sua grande pilastra de 87 metros de altura. A Sky Bridge espalha-se por 125 metros e, graças a sua exclusiva curvatura, oferece diferentes perspectivas de paisagens para os visitantes. O corredor possui 1,80 m de largura e duas plataformas triangulares com o dobro deste tamanho servem como mirantes, oferecendo uma espetacular vista do Mar de Andaman e da ilha tailandesa de Tarutao. O acesso também pode ser outra espetacular experiência, com o <em>cable car</em>, um teleférico com carrinhos de formas arredondadas que chega ainda mais alto, em uma estação a mais de 700 metros. A subida e a descida parecem ser como a tudo relativo à ponte e a vista lá do alto: inesquecíveis!</p>
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060902_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="450" /></p>
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060903_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="360" /></p>
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060904_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="400" /></p>
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060905_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="400" /></p>
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060906_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="400" /></p>
<p><img src="http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2008/08060907_blog.uncovering.org_ponte.jpg" alt=" Arquitectura Arquitetura Engenharia Estruturas Montanha Pontes " width="600" height="400" /></p>
<div><a href="http://obviousmag.org/archives/colaboradores/montejorge/" target="_blank"></a> André Montejorge</div>
<p>Leia mais: <a href="http://obviousmag.org/archives/2008/06/uma_ponte_no_ceu.html#ixzz0htAJTmkE">http://obviousmag.org/archives/2008/06/uma_ponte_no_ceu.html#ixzz0htAJTmkE</a></p>
</div>
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		<title>Paper Design</title>
		<link>http://abmdesign.com.br/blog/2010/01/paper-design-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 17:57:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Yulia Brodskaya é russa. Nascida em Moscovo e radicada em Londres desde 2006, começou a ganhar reputação internacional com os seus trabalhos feitos em papel com uma técnica a que chamou PaperGraphic e que consiste em conceber ilustrações em que as linhas e formas são feitas de papel. E se à primeira vista esta técnica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0a1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-500" title="0a" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0a1.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p>Yulia Brodskaya é russa. Nascida em Moscovo e radicada em Londres desde 2006, começou a ganhar reputação internacional com os seus trabalhos feitos em papel com uma técnica a que chamou <em>PaperGraphic</em> e que consiste em conceber ilustrações em que as linhas e formas são feitas de papel. E se à primeira vista esta técnica nos parece limitada, a criatividade, a variedade de efeitos e as combinações que consegue obter logo afastam essa ideia. Que o digam clientes como <em>The Guardian</em>, <em>New York Times Magazine</em>, <em>Wired</em>, <em>Nokia</em>, <em>Starbucks</em>, etc. para quem Yulia Brodskaya já realizou diversos trabalhos de design gráfico.</p>
<p><a href="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0f1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-503" title="0f" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0f1.jpg" alt="" width="600" height="836" /></a></p>
<div id="TixyyLink">Quando parece já não haver lugar para todo o design que não seja feito com meios digitais, surgem estas ilustrações surpreendentes, belas e originais, que trazem uma lufada de ar fresco ao mundo do design gráfico. Há um certo ar <em>retro</em> e psicadélico em todas as composições, a lembrar ilustrações dos anos 60 e 70&#8242;. Os trabalhos de Yulia Brodskaya são realizados de forma artesanal, com muita minúcia, combinando não apenas papeis mas toda a espécie de materiais bidimensionais que se possam cortar com uma lâmina ou tesoura, nomeadamente tecido e fibras têxteis. Com o regresso do artesanato à publicidade, regressou também a poesia.</div>
<p><a href="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0h1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-506" title="0h" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0h1.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p><a href="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0gh1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-505" title="0gh" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0gh1.jpg" alt="" width="600" height="650" /></a></p>
<p><a href="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0g1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-504" title="0g" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0g1.jpg" alt="" width="600" height="600" /></a></p>
<p><a href="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0s1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-507" title="0s" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0s1.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p><a href="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0d1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-502" title="0d" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/0d1.jpg" alt="" width="600" height="650" /></a></p>
<p> <a href="http://obviousmag.org/archives/2009/10/yulia_brodskaya_design_papel.html#ixzz0dlufL9dO">http://obviousmag.org/archives/2009/10/yulia_brodskaya_design_papel.html#ixzz0dlufL9dO</a></p>
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		<title>Sleeping Design</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 00:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quantos de nós já não passaram uma noite ou várias horas no aeroporto à espera de um avião? Se ao menos, aqueles bancos de metal não fossem tão duros para dormir uma sesta&#8230; Quantos de nós já não fizeram horas extraordinárias no trabalho para terminar um projeto qualquer? Se ao menos houvesse um cantinho qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;">Quantos de nós já não passaram uma noite ou várias horas no aeroporto à espera de um avião? Se ao menos, aqueles bancos de metal não fossem tão duros para dormir uma sesta&#8230; Quantos de nós já não fizeram horas extraordinárias no trabalho para terminar um projeto qualquer? Se ao menos houvesse um cantinho qualquer em que pudéssemos descansar uma hora ou duas&#8230;</p>
<p style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-457" title="1q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/1q.jpg" alt="1q" width="600" height="397" /></p>
<p style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;">Finalmente, as preces dos viciados em trabalho e preguiçosos natos foram ouvidas: os arquitetos Alexey Goryainov e Mikhail Krymov do grupo Arch criaram a <strong>Sleepbox</strong>. Com apenas 3,75 m², é um projeto que promete revolucionar as horas de descanso de múltiplos viajantes e trabalhadores.</p>
<p style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-458" title="2q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/2q.jpg" alt="2q" width="600" height="450" /></p>
<p style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-459" title="3q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/3q.jpg" alt="3q" width="600" height="450" /></p>
<div style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-460" title="4q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/4q.jpg" alt="4q" width="600" height="450" /></div>
<div style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-461" title="5q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/5q.jpg" alt="5q" width="600" height="450" /></div>
<div style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-462" title="6q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/6q.jpg" alt="6q" width="600" height="450" /></div>
<div style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none;"><img class="alignnone size-full wp-image-463" title="7q" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/7q.jpg" alt="7q" width="600" height="800" /></div>
<p><a href="http://obviousmag.org/archives/2009/11/sleepbox_uma_caixa_para_dormir.html#ixzz0dlmXJMws">http://obviousmag.org/archives/2009/11/sleepbox_uma_caixa_para_dormir.html#ixzz0dlmXJMws</a></p>
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		<title>Carl Warner</title>
		<link>http://abmdesign.com.br/blog/2009/12/carl-warner/</link>
		<comments>http://abmdesign.com.br/blog/2009/12/carl-warner/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 21:33:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[3D]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
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		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[O fotógrafo londrino Carl Warner vai um pouco além da fotografia tradicional. Para lá de belas fotos de pessoas e até animais, o que mais chama atenção é a sua incrível invenção envolvendo alimentos.
Sim, com muita criatividade e bastante técnica, a série &#8220;Foodscapes&#8220;, um jogo de palavras que resume bem este trabalho, é uma saborosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">O fotógrafo londrino Carl Warner vai um pouco além da fotografia tradicional. Para lá de belas fotos de pessoas e até animais, o que mais chama atenção é a sua incrível invenção envolvendo alimentos.</div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">Sim, com muita criatividade e bastante técnica, a série &#8220;<em>Foodscapes</em>&#8220;, um jogo de palavras que resume bem este trabalho, é uma saborosa sequência de paisagens usando alimentos.</div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">Os verdureiros e vizinhos já sabem que a escolha de alimentos é criteriosa e ele perde horas entre rabanetes, brócolis e outros. Para conseguir os efeitos desejados, a produção é realizada em etapas, para evitar que nada murche antes do fim da fotografia.</div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">Delicie-se!</div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none"><img class="alignnone size-full wp-image-441" title="08022401_blog_uncovering_org_warner" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/08022401_blog_uncovering_org_warner.jpg" alt="08022401_blog_uncovering_org_warner" width="600" height="318" /></div>
<div style="text-align: left; background-color: transparent; overflow: hidden; text-decoration: none;"><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div style="text-align: left; background-color: transparent; overflow: hidden; text-decoration: none;"><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none"><img class="alignnone size-full wp-image-442" title="08022402_blog_uncovering_org_warner" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/08022402_blog_uncovering_org_warner.jpg" alt="08022402_blog_uncovering_org_warner" width="600" height="380" /></div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">Nesta foto as árvores são feitas de brócolis tendo ervilhas como frutos. A estradinha é de cominho, a grama não passa de ervas e pães fazem o papel de montanhas, tendo ao fundo, nuvens de couve-flor!</div>
<div style="text-align: left; background-color: transparent; overflow: hidden; text-decoration: none;"><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none"><img class="alignnone size-full wp-image-443" title="08022403_blog_uncovering_org_warner" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/08022403_blog_uncovering_org_warner.jpg" alt="08022403_blog_uncovering_org_warner" width="600" height="421" /></div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">A área rural italiana usa ingredientes que dariam uma boa refeição típica: árvores de pimentão, campos de macarrão, carro de lasanha e um vilarejo feito de queijo ao fundo.</div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none"><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none"><img class="alignnone size-full wp-image-444" title="08022404_blog_uncovering_org_warner" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/08022404_blog_uncovering_org_warner.jpg" alt="08022404_blog_uncovering_org_warner" width="600" height="380" /></div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">A impressionante imagem desta cena de caverna e água usa pães, ervilhas e uma vegetação subaquática de couve-flor que é um show.</div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none"><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none"><img class="alignnone size-full wp-image-445" title="08022405_blog_uncovering_org_warner" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/08022405_blog_uncovering_org_warner.jpg" alt="08022405_blog_uncovering_org_warner" width="600" height="379" /></div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">
<div id="TixyyLink" style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">Que tal este cena de pôr-do-sol, onde o mar é feito de fatias de salmão por onde navega calmamente um barquinho feito com a vagem de ervilhas? Para completar, pães e batatas criam rochas perfeitas.</div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none"><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
</div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none"><img class="alignnone size-full wp-image-446" title="08022406_blog_uncovering_org_warner" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/08022406_blog_uncovering_org_warner.jpg" alt="08022406_blog_uncovering_org_warner" width="600" height="384" /></div>
<div style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">
<div id="TixyyLink" style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: left; BORDER-LEFT: medium none; BACKGROUND-COLOR: transparent; COLOR: #000000; OVERFLOW: hidden; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; TEXT-DECORATION: none">Até um cenário alpino foi criado. Bacon, presunto, peru e mortadela dominam a cena que tem um adorável trenó feito de biscoitos palito. E por aí vai. Em cada cena pode-se perder horas, reparando em detalhes fantásticos, imaginados por um fotógrafo com fome de imagens.</div>
<p>Fonte: <a href="http://blog.uncovering.org/archives/2008/02/carl_warner.html#ixzz0ZEIdQSVs">http://blog.uncovering.org/archives/2008/02/carl_warner.html#ixzz0ZEIdQSVs</a></p>
<p><a href="http://blog.uncovering.org/archives/2008/02/carl_warner.html#ixzz0ZEI4Zwca"></a></div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Design e arquitetura</title>
		<link>http://abmdesign.com.br/blog/2009/11/design-e-arquitetura/</link>
		<comments>http://abmdesign.com.br/blog/2009/11/design-e-arquitetura/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 23:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O designer Michael Jantzen é autor de diversas propostas no âmbito da arquitetura publicadas em revistas internacionais da especialidade. Todas têm em comum formas arrojadas, dificilmente classificáveis em algum estilo ou corrente, e uma grande preocupação com as questões ambientais. Um dos seus mais recentes trabalhos consiste num edifício experimental a que chamou Wind Shaped [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>designer</em> Michael Jantzen é autor de diversas propostas no âmbito da arquitetura publicadas em revistas internacionais da especialidade. Todas têm em comum formas arrojadas, dificilmente classificáveis em algum estilo ou corrente, e uma grande preocupação com as questões ambientais. Um dos seus mais recentes trabalhos consiste num edifício experimental a que chamou <strong>Wind Shaped Pavilion</strong>. Em torno do núcleo central cilíndrico do edifício encontram-se seis andares construídos numa estrutura têxtil reforçada e ultra-leve com uma forma semelhante a uma asa; daí a sua designação.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-379" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_1" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_1.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_1" width="518" height="366" /></p>
<p>É suposto os &#8220;andares-asa&#8221; rodarem sob a acão do vento alterando continuamente a forma do edifício e a sua orientação solar. Desse modo atuam também como gerador eólico, produzindo a energia suficiente para o tornar auto-suficiente. O autor explica que é possível aumentar a escala do protótipo e transformá-lo num bloco de apartamentos ou escritórios, por exemplo. Nesse caso os seus ocupantes poderiam controlar a orientação das &#8220;asas&#8221; de acordo com as condições climáticas, a insolação ou a paisagem.</p>
<p>Apesar da bondade do conceito há várias questões pertinentes que se colocam. Como resistirá a ventos soprando a alta velocidade? E, no caso inverso, será que funciona num ambiente urbano onde o vento é reduzido? Como se comporta relativamente a um possível incêndio? Que rotação será necessária para gerar a energia pretendida? Como se faz a ligação aos serviços por cabo e por condutor? E já não se fala das inúmeras questões construtivas e formais&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-380" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_2" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_2.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_2" width="518" height="389" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-381" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_4" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_4.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_4" width="518" height="378" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-382" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_5" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_5.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_5" width="518" height="389" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-383" title="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_6" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_6.jpg" alt="070723_blog_uncovering_org_edificio-asas_6" width="518" height="389" /></p>
<p><a href="http://blog.uncovering.org/archives/2007/07/arquitectura_te.html">http://blog.uncovering.org/archives/2007/07/arquitectura_te.html</a></p>
<p><a href="http://www.humanshelter.org/">http://www.humanshelter.org/</a></p>
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		<title>Design e engenharia</title>
		<link>http://abmdesign.com.br/blog/2009/11/design-e-engenharia/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 22:54:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há na Grã-Bretanha numerosos canais fluviais que formam uma intrincada e extensa rede. A tradição destas estruturas artificiais é longa. Julga-se que terão começado por ser simples sistemas de irrigação das terras que mais tarde, nos séculos XVII e XIX, durante a Revolução Industrial, se transformaram em vias de transporte de mercadorias. Em alguns locais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há na Grã-Bretanha numerosos canais fluviais que formam uma intrincada e extensa rede. A tradição destas estruturas artificiais é longa. Julga-se que terão começado por ser simples sistemas de irrigação das terras que mais tarde, nos séculos XVII e XIX, durante a Revolução Industrial, se transformaram em vias de transporte de mercadorias. Em alguns locais, porém, foi necessário vencer alguns obstáculo naturais, como montes e desníveis. Para o efeito construiram-se então obras de engenharia importantes, túneis e sistemas de comportas e, recentemente, soluções ainda mais engenhosas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-366" title="08050601_blog_uncovering_org_falkirk1" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/08050601_blog_uncovering_org_falkirk1.jpg" alt="08050601_blog_uncovering_org_falkirk1" width="600" height="380" /></p>
<p>Durante um certo período do século passado a rede de canais caiu em desuso e deteriorou-se. Somente há pouco tempo o interesse por estas infraestruturas fluviais renasceu e muitos canais, entretanto fechados, foram reabertos à navegação, sobretudo para fins de lazer. Na Escócia, perto da cidade de Falkirk, uma antiga ligação entre dois canais desnivelados, o <em>Forth and Clyde Canal</em> e o <em>Union Canal</em>, feita através de comportas, foi recuperada através de um mecanismo engenhoso: um elevador giratório semelhante a um carrossel de feira, denominado Falkirk Wheel.</p>
<p>O conjunto é imenso. Uma enorme roda de 35 metros de diâmetro gira em torno de um eixo transportando dois cestos cheios de água onde são colocadas as barcaças que se pretende deslocar de um nível para o outro. Um sistema de comportas permite isolar a água dentro dos cestos, de 360 000 litros cada, durante o transporte. A diferença de altura entre os dois canais é de 24 metros, o equivalente a um edifício de oito andares.</p>
<p>Esta é uma obra de engenharia de grande elegância. A infraestrutura afirma-se na paisagem sem ser demasiado intrusiva e sem esconder os seus sistemas mecânicos, como motores e engrenagens. Ao ver a grande roda metálica a mover-se lentamente descrevendo um arco, é impossível não recordar a imagem das primeiras máquinas a vapor da Revolução Industrial, cuja tradição perpetua.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-372" title="08050602_blog_uncovering_org_falkirk2" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/08050602_blog_uncovering_org_falkirk21.jpg" alt="08050602_blog_uncovering_org_falkirk2" width="600" height="400" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-373" title="08050603_blog_uncovering_org_falkirk3" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/08050603_blog_uncovering_org_falkirk31.jpg" alt="08050603_blog_uncovering_org_falkirk3" width="600" height="400" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-374" title="08050604_blog_uncovering_org_falkirk4" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/08050604_blog_uncovering_org_falkirk41.jpg" alt="08050604_blog_uncovering_org_falkirk4" width="600" height="400" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-375" title="08050605_blog_uncovering_org_falkirk5" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/08050605_blog_uncovering_org_falkirk51.jpg" alt="08050605_blog_uncovering_org_falkirk5" width="600" height="450" /></p>
<p><a href="http://blog.uncovering.org/archives/2008/05/falkirk_wheel.html">http://blog.uncovering.org/archives/2008/05/falkirk_wheel.html</a></p>
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		<title>Comp Art</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 11:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que fazer com tanto material informático que fica rapidamente desatualizado?  Resposta: reciclar. Neste caso talvez fosse mais correto dizer  reutilizar. Ficam algumas sugestões imaginativas, sugestões artísticas, umas mais radicais do  que outras&#8230;





Obra de arte assinada pelo norte-americano Gabriel Dishaw, o &#8216;Junk Dunk&#8217; é um  tênis, de tamanho 41, criado a partir de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que fazer com tanto material informático que fica rapidamente desatualizado?  Resposta: <em>reciclar</em>. Neste caso talvez fosse mais correto dizer  <em>reutilizar</em>. Ficam algumas sugestões imaginativas, sugestões artísticas, umas mais radicais do  que outras&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-339" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/21.jpg" alt="21" width="600" height="450" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-343" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/228.jpg" alt="228" width="241" height="319" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-340" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/222.jpg" alt="222" width="600" height="223" /><img class="alignnone size-full wp-image-341" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/224.jpg" alt="224" width="600" height="392" /><img class="alignnone size-full wp-image-342" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/226.jpg" alt="226" width="518" height="229" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-346" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/computer-art-4.jpg" alt="computer-art-4" width="322" height="384" /><img class="alignnone size-full wp-image-347" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/computer-art-8.jpg" alt="computer-art-8" width="400" height="188" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-349" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/computer-art-5.jpg" alt="computer-art-5" width="400" height="367" /><img class="alignnone size-full wp-image-348" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/computer-art-9.jpg" alt="computer-art-9" width="400" height="219" /></p>
<p>Obra de arte assinada pelo norte-americano Gabriel Dishaw, o &#8216;Junk Dunk&#8217; é um  tênis, de tamanho 41, criado a partir de sucata de computador. (Foto:  Reprodução/Gabriel Dishaw)</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-352" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/021915793-FMM00.jpg" alt="0,,21915793-FMM,00" width="595" height="424" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-353" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/021915803-FMM00.jpg" alt="0,,21915803-FMM,00" width="595" height="298" /></p>
<p>http://cybervida.com.br/fazendo-arte-com-velhas-pecas-de-computador</p>
<p>http://blog.uncovering.org/archives/2007/07/reciclar_comput.html</p>
<p>http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1301810-6174,00.html</p>
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		<title>Hard Art</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 11:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Diversão]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Mike Ross é arquiteto e desenha edifícios e esculturas de escala monumental  desde 1998. Entre várias obras suas merece destaque o big rig jig,  erguido em pleno deserto do Nevada, nos Estados Unidos.

Para levar a cabo este autêntico desafio à lei da gravidade foi necessário  projetar ao longo de meses uma estrutura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mike Ross é arquiteto e desenha edifícios e esculturas de escala monumental  desde 1998. Entre várias obras suas merece destaque o <em>big rig jig</em>,  erguido em pleno deserto do Nevada, nos Estados Unidos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-335" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/ZZ775B29CA.jpg" alt="ZZ775B29CA" width="600" height="450" /></p>
<p>Para levar a cabo este autêntico desafio à lei da gravidade foi necessário  projetar ao longo de meses uma estrutura que fosse capaz de suster o peso de  ambos os caminhões e equilibrá-los na vertical. Após toda esta preparação, Mike  Ross e um conjunto  de voluntários começaram o processo de soldagem das  diversas peças a uma estrutura de aço de cerca de 25 toneladas, a uma altura de  15 metros. Um desafio enorme, dados os meios envolvidos para execução do  projeto. O resultado foi esta impressionante obra com quase 15 metros de  altura. Uma autêntica loucura que nos faz lembrar outra obra similar: a  escultura do <a href="http://blog.uncovering.org/archives/2008/07/escultura_autom.html">festival  da velocidade em Goodwood</a>.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-336" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/ZZ40B3A1A8.jpg" alt="ZZ40B3A1A8" width="600" height="903" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-337" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/ZZ3528BE2B.jpg" alt="ZZ3528BE2B" width="600" height="820" /></p>
<p>http://blog.uncovering.org/archives/2009/07/escultura_com_camioes_-_big_rig_jig.html</p>
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		<title>Shanghai</title>
		<link>http://abmdesign.com.br/blog/2009/10/shanghai/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 16:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[3D]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois corpos arqueados emergem &#8211; um do solo, outro da água &#8211; em direção ao céu, unindo-se no topo e fundindo-se num monumental edifício único de formas arrojadas, semelhante a um tubo de aço perfurado e dobrado por uma força imensa. O seu perfil sugere o caracter do alfabeto chinês que significa &#8220;pessoas&#8221;.
Assim será o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois corpos arqueados emergem &#8211; um do solo, outro da água &#8211; em direção ao céu, unindo-se no topo e fundindo-se num monumental edifício único de formas arrojadas, semelhante a um tubo de aço perfurado e dobrado por uma força imensa. O seu perfil sugere o caracter do alfabeto chinês que significa &#8220;pessoas&#8221;.</p>
<p>Assim será o Edifício do Povo na <strong>Expo 2010</strong>, em Shanghai, na China.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-324" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/313.jpg" alt="313" width="518" height="388" /></p>
<p>O Edifício do Povo (nome de código: REN) é um projeto de um coletivo de arquitetos e designers dinamarquês intitulado <a href="http://www.big.dk/" target="_blank">BIG</a> (Bjarke Ingels Group). A forma peculiar deste edifício não é gratuita e comporta, na perspectiva da filosofia oriental, um simbolismo que vai para além da semelhança com o sinal caligráfico com o qual se identifica. Assim, o corpo que emerge da água é dedicado a atividades de cultura física, esportes, etc.; já o corpo emergente da terra tem como destino atividades de &#8220;enriquecimento espiritual&#8221; &#8211; centro de conferências e outras.</p>
<p>No ponto de encontro, onde o edifício se torna um só, situa-se um hotel de 1000 quartos, em 250 000 m2 de área construída&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-325" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/314.jpg" alt="314" width="518" height="372" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-326" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/315.jpg" alt="315" width="518" height="372" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-327" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/316.jpg" alt="316" width="518" height="372" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-328" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/317.jpg" alt="317" width="518" height="372" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-329" src="http://abmdesign.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/318.jpg" alt="318" width="518" height="389" /></p>
<p><a href="http://blog.uncovering.org/archives/2007/08/edificio_do_pov.html">http://blog.uncovering.org/archives/2007/08/edificio_do_pov.html</a></p>
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